quarta-feira, 17 de outubro de 2007

suspiros



Ana Belizario, a senhora é mesmo uma ingrata que cria o blog e me deixa aqui postando sozinha. Nem um comentariozinho sequer.
Mas, como eu te amo incondicionalmente, to postando mais essa pra acalantar seu coração. E pra te ajudar e ficar "nem ai" quando falam mau do nosso david byrne tropicalista.
Canta pra gente, Caetanoooooooooo. Bota poesia até no moon walk do Michael!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Queen of Fluids



Se o post do foguete aí de baixo foi uma das coisas mais lindas que eu li este ano, esse vídeo com certeza foi uma das coisas mais bonitas que assisti.
Dez a zero pro Riquinha que, além de encontrar a pérola no emaranhado inerte da rede, escolheu, com precisão cirurgica, a quem mostrar: caipira ou não, a arte será eternamente o alvo maior do meu deslumbre. Que remédio?

domingo, 19 de agosto de 2007

Até parece que o futuro foi ontem, por Macos Sá Correa para Revista Piauí - agosto 2008


"Montado em sua coluna de fumaça, tendo como cenário o azul equatorial da tarde maranhense, o VSB-30 V04 decolou da Base de Alcântara como um quilométrico ponto de exclamação. De repente, como num passe de mágica, havia qualquer coisa no ar além dos aviões de carreira. Nunca-na-história-deste-país, como naqueles dezenove minutos de subida vertical, o Barão de Itararé foi tão profético. Dias antes, o brigadeiro José Carlos Pereira, da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária, a famigerada Infraero, admitira: “a malha aérea brasileira foi para o espaço”. E a resposta veio de foguete, a 7,2 mil quilômetros por hora, sete vezes mais ligeira que o som: o espaço, pelo menos, continuava em boas mãos.

O VSB-30 – para os enfronhados, Veículo de Sondagem Booster série 30 – zarpou no dia dezenove de julho. Passavam catorze minutos do meio-dia no instante da largada. Devido a acertos de última hora nos reatores, ele saiu atrasado uma semana. Sofrera seis adiamentos por mau tempo. São coisas que acontecem com qualquer passageiro de ponte aérea. O importante é que, na decolagem, o foguete brasileiro foi agraciado com céu límpido, sem nuvens, anil. Literalmente, um céu de brigadeiro."

segunda-feira, 2 de julho de 2007

testando

ah, vai, todo mundo tem...